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OAB - Conselho Federal
Brasília, 07/03/2010 - O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Ophir Cavalcante, anunciou hoje (07) que a entidade decidiu anular, para todo o País, as provas da segunda fase do Exame de Ordem unificado, devido à constatação de uma irregularidade com a prova prático-profissional de Direito Penal, aplicada em Osasco (SP) no dia 28 de fevereiro. A entidade já marcou a data para as novas provas: 11 de abril. A decisão foi tomada pelo Colégio de Presidentes das Seccionais da OAB, reunido em Brasília sob a condução de Ophir Cavalcante. Não haverá qualquer custo adicional para os candidatos que concorriam à fase anulada - cerca de 18,5 mil bacharelandos - na inscrição ao novo certame
"A unificação está mantida e a credibilidade do Exame de Ordem é o mais importante neste momento", destacou Ophir, lembrando que a aplicação do Exame passou a ser unificado em todos os Estados brasileiros a partir do final de 2009. "Queremos assegurar à sociedade brasileira que o Exame de Ordem tem sido um instrumento balizador do ensino jurídico no Brasil, e assim continuará sendo. Este é o momento de se avançar cada vez mais para que esse Exame tenha sua credibilidade reconhecida na sociedade brasileira; por isso, a Ordem decidiu de uma forma unida e efetiva, em todo o Brasil, fazer com que a segunda fase do Exame fosse anulada, preservando assim a credibilidade da OAB, do Exame e, sobretudo, a qualidade dos colegas que vão ingressar na profissão - que não podem nela entrar sob a dúvida de um Exame que pode ser anulado futuramente pelo Ministério Público ou qualquer outra forma, pois seria uma espada pendendo sobre seu pescoço"
O presidente nacional da OAB ressaltou que as investigações em torno da fraude praticada continuam sendo conduzidas, na parte criminal, pela Polícia Federal "e, com toda tecnologia de que ela dispõe, esperamos uma solução para esse caso". Citou que também a sindicância aberta pelo Cespe da Universidade de Brasilia - que, em parceria com a OAB, é responsável pela elaboração e aplicação das provas do Exame - prosseguirá. O Cespe, segundo Ophir, se "compromete ainda a acentuar e privilegiar um sistema de segurança maior do Exame, para que as possibilidades de fraude não se repitam e para que possamos aprender com essas situações desagradáveis, mas que acabarão servindo de novo instrumento para afirmar a qualidade do Exame de Ordem". No que se refere à Seccional da OAB de São Paulo, ele disse que sindicância aberta "teve conclusão descartando qualquer tipo de envolvimento da entidade"
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(Universidade Potiguar - UnP)
acho que antes de tomar a decisão de anular o exame da OAB em todo o Brasil deveria o mesmo junto com a PF investigar se a fraude foi apenas em Osasco ou foi no ambito nacional,caso seja sò na cidade citada,não podemos prejudicar outros candidatos dos estados vizinho que os mesmos não tem nada haver, com certeza a cespe/unb deveria ser a primeira ser investiga em relação ao caso,que isso não é a primeira vez que acontece com concurso que a cespe aplica."As vezes o proprio ladrão estar na nossa casa"
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(Universidade Potiguar - UnP)
Parece que virou moda no Brasil fraudar os testes de admição, tanto em vestibulares e em concursos.
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(Universidade Potiguar - UnP)
Vergonha! Casos como estes já viraram rotinas!
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(Universidade Potiguar - UnP)
Antes do pessoal comentar, vamos atentar para os deslizes da língua portuguesa... E creio ser de um tanto prudente por parte da OAB e suas seccionais em anular o referido certame, uma vez que a unificação das provas em todo o território brasileiro, leva-nos a cogitar a possibilidade de ter ocorrido mais fraudes em outras localidades.
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(Universidade Potiguar - UnP)
Anotícia de fraldes em con cursos já se tornou comum, mas não deve ser entendido como natural. devemos repudiar qualquer ação que tenha como objetivo a boa fé e que seja cometida com a prática de crime. Que profissional será este que até para confirmar a sua competência profissional será através de crimes? E precisodar um basta nesse tipo atitude. Luiza Rego
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(Universidade Potiguar - UnP)
Acho legal a anulação , e a realização de novas provas , mesmo que a fralde tenha ocorrido só em Osasco-SP .Sabemos que é uma situação chata pra quem está prestando o exame , mas é necessaria a anulação das provas fraldadas.
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(Universidade Potiguar - UnP)
Acho que esse caso deveria ser mais analissado, pois temos muitos manuseadores do direito sendo prejudicados. Pessoas que tinham certesa que iriam passar nessa prova! enquanto estão aguardado a proxima com á incerteza, pois pode ser mudada e pessoas ficarem de fora!dever ter mais seriedade os orgões competentes na realização do exame.OAB e coisa seria.
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(Universidade Potiguar - UnP)
Uma vez que o exame foi unificado,creio ser válida a anulação em todos os Estados onde a prova foi aplicada.
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(Universidade Potiguar - UnP)
*Retificando: Uma vez que o exame foi unificado,creio ser válida a anulação em todos os Estados onde a prova foi aplicada pois, assim como em Osasco houve a fraude, em outra localidade pode ter havido o mesmo!
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(Universidade Potiguar - UnP)
Concordo plenamente com o seu alerta, IVANA. Pôxa!!! F-R-A-L-D-E, A-D-M-I-Ç-Ã-O, A-N-A-L-I-S-S-A-D-O , CON CURSOS, O-R-G-Õ-E-S, assim É DEMAIS....ERRO POR CIMA DE ERROS. A PF DEVERIA INVESTIGAR TODO O CERTAME.
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(Universidade Potiguar - UnP)
Essa decisão da OAB está correta,pois na confirmação de fraude, o processo seletivo tem que ser cancelado, no entanto, se faz necessário uma maior seriedade no item segurança, não é justo aos participantes que se dedicam horas a fins ao estudo do direito, anciosos para atuarem, e entrar no mercado de trabalho, terem que esperar mais tempo ,por tal motivo.Por isso PF investiguem o caso, e cheguem aos culpados, OAB é coisa séria.
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(Universidade Potiguar - UnP)
Na OAB está assim!!! imagine o resto. rsrs
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